A responsabilidade de fazer escolhas – 3 Métodos eficazes!

Já deu consigo a pensar: “Se chegar à conclusão de que tenho responsabilidade por determinada situação ou sentimento, fico obrigado a ter que fazer algo a esse respeito!”

Fazer escolhas é complexo mas super estimulante quando aprendemos a olhar para esta competência da forma correta. Eis os métodos

  • MÉTODO DO CRIATIVO – Para a maior parte das pessoas fazer escolhas é um compromisso, o que muitas vezes acaba por nos bloquear na capacidade criativa de as encontrar – é muita pressão. Antes de implementar uma nova escolha pode apenas ser ver as possibilidades que tem na mesa e refletir sobre elas, e fazer o seguinte exercício:
  • MÉTODO DO ANALISTA – Para a maior parte das pessoas, escolher cinge-se ao binómio certo/errado. É uma estrutura do ego que cisma em avaliar as nossas escolhas, e dar-nos na cabeça quando escolhemos errado, fazer-nos sentir culpados. Experimente antes ver as suas escolhas como aprendizagens, e comece antes a refletir sobre elas ao invés de as críticas, perguntando: “Hum, o que funciona melhor?”; “Que caminhos tenho disponíveis?”. Desta forma permite-se fazer escolhas mais positivas, sem juízos bloqueadores e assume com prazer 100% da responsabilidade pelas suas escolhas.
  • MÉTODO DO EXPLORADOR – Para a maior parte das pessoas a responsabilidade de fazer escolhas é um enorme desafio. E se olhasse para a palavra não como um “fardo” mas como a capacidade de responder às situações, a capacidade de seguir o atual caminho ou de escolher um caminho novo. Este caminho é satisfatório? Haverá outras alternativas?
    • Escolha uma situação atual que gostaria que fosse diferente! (ex. Ando a pensar escrever um livro mas parece que não consigo arrancar)
    • Tome consciência das escolhas (interno ou externo) que o fazem estar nessa situação! (ex. Sempre que penso no assunto sinto que tenho outras prioridades e acabo por adiar- nível interno)
    • Pense que outras possibilidades podem levar a um resultado diferente. Ainda não tem que agir, apenas pensar em alternativas e analisar outros potenciais resultados – (ex. Avaliar a importância de escrever um livro e dar lhe uma nova importância pelo impacto que vai ter, reservando um período diário para investir na escrita- nível interno)
    • Antes de decidir agir, visualize-se no presente a fazer essa escolha, a escrever 1h dia, imagine como se vai sentir ao faze-lo, como se vai sentir à medida que avança no livro, atribua o máximo de detalhes ao cenário e veja como se sente.  (ex. Comecei a escrever o livro, a partilhar com algumas pessoas e a sentir entusiasmo com isso, escrevo 1h, 3 dias por semana e sorrio imenso enquanto o faço. A luz ilumina as minhas palavras e tenho vontade de continuar)

A visualização se feita de forma consistente durante vários dias (experimente 32) tende a tornar-se cada vez mais clara, mais real e dar-lhe cada vez mais força para decidir que caminho seguir. Faça um calendário e vá assinalando o que sente.

Tomar decisões é fácil quando nos permitimos sentir antecipadamente o impacto que elas podem ter em nós. As nossas emoções são o nosso barómetro, e neste processo ou acerta ou aprender, são as únicas hipóteses disponíveis!

Façam boas escolhas! ☺

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